Vírus da febre amarela sofre mutação nunca antes vista

Mutação do vírus é inédita na literatura científica

O Instituto Oswaldo Cruz fez novos avanços a respeito da febre amarela. Os cientistas conseguiram sequenciar todo o genoma do vírus, e encontraram mutações nunca antes na literatura mundial vistas para o vírus.

Os pesquisadores informaram que apesar dessa grande mutação as vacinas contra febre amarela continuam eficazes. Mesmo para aqueles que já tomaram a vacina. Isso porque, segundo o instituto, a vacina protege contra diversos genótipos do vírus. Além disso, a maior parte da mutação está na parte do genoma viral no interior do vírus, e não na parte mais exterior onde a vacina atua.

Os sintomas da febre amarela são: calafrio, febre, dores no corpo e na cabeça, vômitos, náusea. Os casos mais graves ocorrem quando há insuficiência renal e hepática, hemorragias.

A proliferação dos mosquitos transmissores, o Haemagogus na área rural, e o Aedes aegypti no meio urbano, é consequência dos graves problemas de sanitarismo no país. Centenas de pessoas no Brasil já foram infectadas, e segundo o último boletim do ministério da saúde, 259 pessoas morreram por causa da doença. Foi o maior surto das últimas décadas.

As descobertas feitas pela equipe do Fiocruz poderão dar melhores pistas para o combate à doença, resultar no desenvolvimento de vacinas mais eficientes e na melhor distribuição das vacinas no território nacional.

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